Vida
Quase 3 anos depois, volto pra esse blog com o mesmo objetivo das outras vezes: Desabafar.
Psicólogos e "entendedores" dizem que um exercício bom para desestressar e colocar os seus sentimentos para fora de forma "relaxante" é o ato de escrever o que se sente. Estou aqui fazendo isso.
Como primeira postagens de muitas (talvez[?]), entro no âmbito de relações afetivas e seus modos de serem explanadas. Atualmente sofro por não conseguir ficar muito tempo longe das pessoas que eu realmente me sinto atado. Não atado como um grande amigo, um irmão. Pois esses eu sei que mesmo que a distância separe, sempre estaremos unidos e felizes nos reencontros. Falo das pessoas que regem o seu pensamento durante o dia. Paixões, amores. Entro na parte do relacionamento.
Eu não consigo ficar muito tempo longe da minha atual namorada. Pra mim, a maioria do tempo que eu estiver livre, gostaria de estar com ela. Talvez eu seja doente, talvez só apaixonado de mais por ela à ponto de querer ela na minha vida sempre que possível.
Tento me acostumar à ela querer o espaço dela. Tento não, venho tentando (ainda não me acostumei). Ela gosta do espaço dela, tento respeitar, dou espaço. Mas e o vazio que fica em mim? Como eu trato? Isso não chega à ser obsessão, eu acho. Não quero ela à todo o tempo. Só não consigo me sentir satisfeito conversando com ela por meios virtuais. Meu amor é físico, é químico. Precisa de contato para acontecer. Não é via wi-fi, muito menos via Bluetooth.
As coisas ficam sem graça, longe dela. Não consigo terminar as coisas que começo; Não consigo aproveitar as coisas que eu aproveitava normalmente; As vezes não consigo sair pra outros lugares (como é o que está acontecendo nesse carnaval de 2016).
Acho que até me estendi demais.
Deixo um beijo e um abraço à todos que leem isso...
Até!
Psicólogos e "entendedores" dizem que um exercício bom para desestressar e colocar os seus sentimentos para fora de forma "relaxante" é o ato de escrever o que se sente. Estou aqui fazendo isso.
Como primeira postagens de muitas (talvez[?]), entro no âmbito de relações afetivas e seus modos de serem explanadas. Atualmente sofro por não conseguir ficar muito tempo longe das pessoas que eu realmente me sinto atado. Não atado como um grande amigo, um irmão. Pois esses eu sei que mesmo que a distância separe, sempre estaremos unidos e felizes nos reencontros. Falo das pessoas que regem o seu pensamento durante o dia. Paixões, amores. Entro na parte do relacionamento.
Eu não consigo ficar muito tempo longe da minha atual namorada. Pra mim, a maioria do tempo que eu estiver livre, gostaria de estar com ela. Talvez eu seja doente, talvez só apaixonado de mais por ela à ponto de querer ela na minha vida sempre que possível.
Tento me acostumar à ela querer o espaço dela. Tento não, venho tentando (ainda não me acostumei). Ela gosta do espaço dela, tento respeitar, dou espaço. Mas e o vazio que fica em mim? Como eu trato? Isso não chega à ser obsessão, eu acho. Não quero ela à todo o tempo. Só não consigo me sentir satisfeito conversando com ela por meios virtuais. Meu amor é físico, é químico. Precisa de contato para acontecer. Não é via wi-fi, muito menos via Bluetooth.
As coisas ficam sem graça, longe dela. Não consigo terminar as coisas que começo; Não consigo aproveitar as coisas que eu aproveitava normalmente; As vezes não consigo sair pra outros lugares (como é o que está acontecendo nesse carnaval de 2016).
Acho que até me estendi demais.
Deixo um beijo e um abraço à todos que leem isso...
Até!
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